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O Diabo Veste Prada 2: Miranda voltou
O Diabo Veste Prada 2 tinha tudo para dar errado. Mexer em um filme tão icônico normalmente termina em decepção e excesso de nostalgia forçada. Mas aqui funciona. Miranda Priestly volta exatamente como deveria. Elegante, fria, afiada e com aquela presença absurda de quem domina qualquer ambiente sem precisar levantar a voz. E talvez o mais engraçado seja admitir que continuo me inspirando muito nela desde sempre. O que provavelmente explica alguns traços da minha personalidad
há 16 horas


A história deixará de ser escrita por nós?
A história é mestra em nos mostrar que o colapso do status quo é silencioso até o momento em que se torna absoluto. Em 1453, enquanto os teólogos de Constantinopla debatiam o sexo dos anjos e a pureza da liturgia, os canhões de Maomé II, uma inovação tecnológica que tornava as muralhas milenares subitamente obsoletas, já estavam posicionados. Em 1914, os salões de Viena e Londres brindavam ao progresso infinito da humanidade, ignorando que a logística ferroviária e a automaçã
30 de abr.


Red pill, misoginia e a infantilização da mulher
O discurso red pill gosta de se vender como lucidez. Como se seus porta-vozes tivessem coragem de dizer o que ninguém quer ouvir. Como se estivessem apenas “enxergando a realidade” sobre relacionamentos, masculinidade e comportamento feminino. Mas a verdade é mais simples e menos glamourosa: por trás da pose de racionalidade, existe um discurso atravessado por ressentimento, controle e desprezo pela mulher adulta. Não se trata de uma leitura profunda sobre as dores dos homen
24 de abr.
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