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Nunca fomos tão conectados e tão solitários
Vivemos na era da conexão. Em poucos segundos, conseguimos conversar com alguém do outro lado do planeta, acompanhar acontecimentos em tempo real, compartilhar fotografias, opiniões e até momentos íntimos da nossa rotina. Nunca foi tão fácil encontrar pessoas. Nunca foi tão simples estabelecer conexões. Mas, então, por que tanta gente se sente sozinha? A princípio, parece um paradoxo. Afinal, a tecnologia aproximou distâncias que, há poucas décadas, pareciam intransponíveis
há 3 minutos


Nuremberg não terminou em 1946
Há filmes que terminam quando sobem os créditos. Nuremberg não é um deles. Você sai da sala levando uma pergunta que pesa mais do que qualquer cena: como foi possível? Como uma das sociedades mais cultas da Europa assistiu, participou e, muitas vezes, aplaudiu a construção da maior máquina de extermínio? A resposta seria mais confortável se estivesse restrita aos monstros. Mas talvez seja justamente esse o motivo pelo qual o julgamento de Nuremberg continua tão necessário:
há 6 dias


Até lá, bons sonhos
É difícil para o ser humano se imaginar como um ser primitivo. A vida em sociedade projetou uma bela maquiagem sobre a forma como nos enxergamos como espécie. Entretanto, instintivamente, não somos diferentes dos nossos antepassados longíquos. Na verdade, somos quase os mesmos. O que me faz lembrar disso é que o coração dispara e a adrenalina ainda corre em nossas veias quando a ansiedade bate. As vezes acontece antes de dormir. A cabeça viaja nos problemas, nas coisas a se
17 de jul.
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